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quarta-feira, 5 de setembro de 2012
GREVE Á VISTA!

A incomPTência,do governo Dilma e direção da ECT vai levar a categoria a mais uma GREVE!
Companheiros este ano, o governo Dilma esta fazendo terrorismo, contra os trabalhadores, mais de 30 categorias em greve contra o arrocho salarial imposto pelo governo que após muita pressão da classe trabalhadora se viu obrigado a negociar com os servidores federais, e nossa categoria não pode deixar por menos temos que nos mobilizar mesmo com a direção do Sintect-RN fazendo corpo mole temos que atropelar qualquer tipo de peleguismo na nossa categoria unir forças com os bancários que também estão em campanha salarial para juntos mostrarmos que unidos somos fortes e venceremos a intransigência e a incomPTência deste governo que aumenta seu salário e dos parlamentares em mais de 149% e oferecem apenas 3% aos Ecetistas estão subestimando nossa inteligência e nosso poder de mobilização portanto dia 04 vamos entrar em estado de greve e dia 10 vamos juntos fazer uma grande GREVE para mostrar para o governo e direção da ECT que se é greve que querem iremos fazer uma grande greve a exemplo dos professores que foi uma das maiores greves da historia deste país, apesar do governo Dilma estar praticando terrorismo contra os servidores e trabalhadores Brasileiros, onde 32 categorias estão em greve por melhores salários, a presidente mandou cortar o ponto e disse que só tem reposição da inflação sem aumento para os servidores, CORTE NO PONTO(o jeito PeTista de governar.)
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Organizar a Campanha salarial é presciso!!
Companheiros e companheiras
Segue abaixo as resoluções da plenária da FNTC realizada em 14 de julho de 2012 na cidade do Rio de Janeiro.
Relatório com as resoluções aprovadas na reunião da FNTC, realizadas no dia 14 de julho de 2012, no Rio de Janeiro.
Presentes:
SINTECT – PB, SINTECT – PE, SINTECT – SJO, SINTECT – VP, minoria da diretoria do SINTECT - PI, minoria da diretoria do SINTECT – RS, oposição SP, oposição RJ, oposição BSB, oposição SC, oposição do PR.
Resoluções da reunião:
1. No período da campanha salarial não vamos encaminhar nos sindicatos e oposições vinculados à FNTC a votação da desfiliação da FENTECT. Com o encerramento da campanha salarial faremos uma plenária da FNTC para deliberar sobre o encaminhamento do nosso movimento. Reafirmamos a FNTC como alternativa para o movimento dos trabalhadores dos correios;
2. Até a data da plenária da FNTC, nossa posição é de coletivamente participar em qualquer atividade do movimento sindical do setor correios, notadamente as que impliquem em unidade de ação, incluído aí a CTB ou do Bloco. Formar uma coordenação da FNTC para se fazer presente nestas reuniões ou atividades;
3. Que os sindicatos e oposições vinculados a FNTC, participarão e disputarão as assembleias para eleger o membro do comando a ser eleito nas assembleias de base. Nas assembleias e no comando, vamos defender que a composição do comando seja apenas com representantes eleitos em assembleias de base, com mandatos revogáveis pelas assembleias. Que os sindicatos não aprovem nas assembleias autorização para FENTECT negociar ou firmar acordo em nome do sindicato;
4. Que devemos utilizar todas as nossas forças para unificar a campanha salarial do setor correios, com pauta única, calendário único e comando único, composto por 1 representante de cada sindicato, eleito em assembleia de base. Levar o debate na base e no movimento da antecipação da data da greve e da oportunidade de decretação de estado de greve nas assembleias de aprovação da pauta e eleição do representante ao comando;
5. Elaborar, publicar e distribuir em nível nacional, na próxima semana, um jornal e uma nota da FNTC, com as nossas propostas aprovado nesta reunião;
6. Fixar que a data para realização próxima plenária da FNTC será no dia 25 de agosto de 2012, na cidade de São Paulo, estado de São Paulo.
Rio de Janeiro, 14 de julho de 2012.
SÓ A LUTA MUDA A VIDA, ENTÃO LUTE!
Segue abaixo as resoluções da plenária da FNTC realizada em 14 de julho de 2012 na cidade do Rio de Janeiro.
Relatório com as resoluções aprovadas na reunião da FNTC, realizadas no dia 14 de julho de 2012, no Rio de Janeiro.
Presentes:
SINTECT – PB, SINTECT – PE, SINTECT – SJO, SINTECT – VP, minoria da diretoria do SINTECT - PI, minoria da diretoria do SINTECT – RS, oposição SP, oposição RJ, oposição BSB, oposição SC, oposição do PR.
Resoluções da reunião:
1. No período da campanha salarial não vamos encaminhar nos sindicatos e oposições vinculados à FNTC a votação da desfiliação da FENTECT. Com o encerramento da campanha salarial faremos uma plenária da FNTC para deliberar sobre o encaminhamento do nosso movimento. Reafirmamos a FNTC como alternativa para o movimento dos trabalhadores dos correios;
2. Até a data da plenária da FNTC, nossa posição é de coletivamente participar em qualquer atividade do movimento sindical do setor correios, notadamente as que impliquem em unidade de ação, incluído aí a CTB ou do Bloco. Formar uma coordenação da FNTC para se fazer presente nestas reuniões ou atividades;
3. Que os sindicatos e oposições vinculados a FNTC, participarão e disputarão as assembleias para eleger o membro do comando a ser eleito nas assembleias de base. Nas assembleias e no comando, vamos defender que a composição do comando seja apenas com representantes eleitos em assembleias de base, com mandatos revogáveis pelas assembleias. Que os sindicatos não aprovem nas assembleias autorização para FENTECT negociar ou firmar acordo em nome do sindicato;
4. Que devemos utilizar todas as nossas forças para unificar a campanha salarial do setor correios, com pauta única, calendário único e comando único, composto por 1 representante de cada sindicato, eleito em assembleia de base. Levar o debate na base e no movimento da antecipação da data da greve e da oportunidade de decretação de estado de greve nas assembleias de aprovação da pauta e eleição do representante ao comando;
5. Elaborar, publicar e distribuir em nível nacional, na próxima semana, um jornal e uma nota da FNTC, com as nossas propostas aprovado nesta reunião;
6. Fixar que a data para realização próxima plenária da FNTC será no dia 25 de agosto de 2012, na cidade de São Paulo, estado de São Paulo.
Rio de Janeiro, 14 de julho de 2012.
SÓ A LUTA MUDA A VIDA, ENTÃO LUTE!
quarta-feira, 30 de maio de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
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É hora de organizar a Campanha Salarial 2012-13
O XI Congresso Nacional da Fentect ocorrerá entre os dias 12 e 17 de junho em Fortaleza/CE, em meio a uma Profunda crise política dos sindicalistas governistas do PT/PCdoB, os quais vêm nos últimos anos traindo a luta da categoria em parceria com a Direção da ECTe Governo Federal. As manobras e fraudes realizadas por esses traidores (PT/PCdoB)CUT E CTB, nos processos eleitorais nos Sintect's e Fentect ao longo dos anos, sempre os uniu em torno de um objetivo comum, de dar sustentação a política de ataques a categoria ecetista por parte da ECTe Governo Federal em troca de cargos e benesses pessoais. A questão agora apresentada para o Contect é que por falta de acordo entre eles na divisão de poder e barganha dessas benesses junto a ECT e Governo Dilma, levou o PCdoB a definir que os Sintect's São Paulo e Rio de Janeiro, dirigidos por esse agrupamento político, não participarão do Congresso e irão romper com a Federação para criar uma Federação Interestadual. Os Sindicatos que reivindicam a FNTC como alternativa política para a categoria superar todo esse processo de traição têm clareza da degeneração política existente na maioria da Direção da Fentect, a qual se tornou um escritório a serviço da ECT e Governo Federal. Entendemos que mesmo assim não podemos defender rompimento burocrático com base a interesses pessoais e alheios aos da categoria ecetista. A FNTC defende o rompimento com a Fentect e criação de uma nova Federação. Durante a Campanha Salarial 2012 teremos um momento importante para travarmos esse embate, após esse período discutir o rompimento, um debate amplo na categoria através das experiências vivenciadas pelos trabalhadores nesse processo de luta, mas nunca de forma burocrática, golpista e alheia aos interesses coletivos da categoria, como proposto agora pelo PCdoB/CTB que foi braço direito da Articulação/PTnas traições aos ecetistas todos esses anos. Defendemos um representante por sindicato, eleitos em assembleia, para negociar a campanha salarial 2012-2013. Sem a participação da Fentect patronal e pelega!.......Chamamos todos os trabalhadores para participar da escolha deste representante, para de fato termos uma campanha salarial vitoriosa.
terça-feira, 1 de maio de 2012
O 1o. de Maio DIA DOS TRABALHADORES (AS)
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1o. de Maio -- Dia de Luta
Introdução
Dia do Trabalhador.
NÃO é dia do trabalho. É do TRABALHADOR. A diferença é muito grande, diferença política, não de grafia.
O dia 1o de maio é feriado internacional. É dia de luta e luto em vários países do mundo, dia de lembrar dos trabalhadores operários de Chicago que foram assassinados por reivindicar uma jornada de trabalho de 8 horas diárias. Dia de lembrar que os setores privilegiados se utilizam de mecanismos variados para preservar suas benesses.
É preciso estarmos constantemente preocupados em preservar nossa memória, a memória social, a nossa história. Nesse caso a necessidade é maior ainda, uma vez que existe, há muito tempo, um movimento deliberado para distorcer essa memória; uma distorção lenta, subliminar, pois executada não só pelos setores mais reacionários da sociedade, mas muitas vezes por partidos de esquerda e por lideranças sindicais.
Para muitos o Primeiro de Maio é dia de show e de sorteio de prêmios, e durante essa manifestação, ninguém fala de exploração, organização, luta, ninguém fala da história que originou o feriado.
As Origens
"Declaramos que a limitação da jornada de trabalho é a condição prévia, sem a qual todas as demais aspirações de emancipação sofrerão inevitavelmente um fracasso"
Esta frase é de Karl Marx, "pai" do socialismo científico, quando da fundação da Associação Internacional dos Trabalhadores em 1866.
Há pelo menos duas décadas os trabalhadores europeus se organizavam e lutavam por reivindicações trabalhistas.
As primeiras e mais importantes lutas operárias se desenvolveram na Inglaterra, a partir do início do século 19, primeiro com o movimento Ludista e posteriormente com o movimento cartista, reunindo várias categorias profissionais e transformando a luta por reivindicações econômicas em lutas políticas. Foi nesse contexto que se desenvolveram os primeiros sindicatos e a primeira Federação de Trabalhadores Ingleses.
O "cartismo" nasceu em 1837, quando foi redigida a "Carta ao Povo", documento que continha seis pontos de reivindicação: sufrágio universal, igualdade dos distritos eleitorais, supressão do censo, eleições anuais, voto secreto, pagamento aos deputados do Parlamento.
Desde a década de 30 os cartistas fizeram conquistas consideráveis para a classe operária como: 1º lei de proteção ao trabalho infantil (1833), lei de imprensa (1836), reforma do Código Penal (1837), regulamentação do trabalho feminino e infantil (1842), lei de supressão dos direitos sobre os cereais e lei permitindo as associações políticas (1846), lei da jornada de trabalho de 10 horas (1847).
Em 1842, auge do movimento, foi feita uma petição que exigia o sufrágio universal e a resolução de problemas econômicos. Apesar dos 3 milhões de assinaturas que a acompanhavam, a petição foi recusada pelo Parlamento.
Em 1848, organizou-se nova manifestação de apoio à petição, com 5 milhões de assinaturas. Londres foi ocupada pelo exército, que impediu a manifestação. No entanto, até o ano de 1858 vários movimentos grevistas serviram para organizar e dar maior consciência à classe operária inglesa.
O ano de 1848 foi importante não só na Inglaterra, mas em vários países do mundo, marcado por uma onda revolucionária conhecida como a "Primavera dos Povos".
Normalmente o movimento de 1848 é apresentado sob a ótica das idéias liberais e nacionalistas, particularmente nas regiões italianas e alemãs. Porém, como justificar então o nome dado ao movimento? Essa situação é bastante desigual nos países europeus. Se, é verdade que o sentimento nacionalista predomina na Alemanha e Itália, e que a burguesia lidera o movimento contra os governos absolutistas, a classe operária, mesmo de forma incipiente faz seu aparecimento de forma independente, com suas próprias reivindicações e formas de organização.
Na França a Revolução de 1848 foi um momento de importante ascensão e organização independente da classe operária, seu apogeu ocorreu quando do movimento conhecido como "Comuna de Paris" em 1871, porém não só o movimento operário inglês e francês estavam em ascensão, em outros países europeus e também nos EUA surgiam movimentos de trabalhadores, principalmente imigrantes, que viviam em condições de superexploração.
O 1o de Maio
As origens do 1° de maio se relacionam com a proposta dos trabalhadores organizados na Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT) de declarar um dia de luta pelas oito horas de trabalho. Também conhecida como "Primeira internacional", foi fundada em Londres, sob influência das idéias de Karl Marx. Porém foram os acontecimentos de Chicago, de 1886, que vieram a dar-lhe o seu definitivo significado de dia internacional de luta dos trabalhadores.
Nos Estados Unidos a classe operária era formada principalmente por imigrantes europeus, alemães, tchecos, irlandeses e de outras nacionalidades. A exploração do trabalho operário soma-se à exploração do imigrante, daquele que é considerado um não cidadão e, portanto, sem qualquer tipo de direitos. Foram essas condições que estimularam o desenvolvimento do movimento sindical no país. Grande parte dos operários era influenciada pelos ideais socialista ou anarquista.
As incipientes organizações operárias passaram a reivindicar dos patrões o respeito à lei, o fim do trabalho infantil e, principalmente, a redução da jornada para oito horas diárias e quatro horas aos domingos.
Na segunda metade do século 19 a organização sindical conheceu aumento expressivo e se processou de forma autônoma, independente do Estado e muitas vezes, contra o Estado. A proposta das 8 horas de jornada máxima, tornou-se um dos objetivos centrais das lutas operárias, e se tornou o eixo principal de reivindicação dos trabalhadores, tema de maior destaque na imprensa alternativa que se desenvolveu, formando a cultura operária durante décadas em que foi importante fator de mobilização. Ao mesmo tempo a luta pela redução da jornada de trabalho foi responsável por violenta repressão e marcada por prisões e morte de trabalhadores.
Apesar da pressão de governo e patrões, foi criada, nos Estados Unidos, em 1885, a Federação dos Grêmios e Sindicatos Operários, comandada por lideranças operárias inspiradas por idéias anarquistas ou socialistas. Sua primeira resolução foi convocar uma greve geral em todo o país para o dia 1º de maio de 1886, tendo como eixo a redução da jornada de trabalho. Em diversas cidades dos EUA a paralisação, principalmente na região nordeste, reuniu milhares de trabalhadores e foi acompanhada por comícios, sendo alvo da repressão policial.
Em Chicago a adesão à proposta da Federação foi massiva e cerca de 400 mil operários das fábricas cruzaram os braços. Aparentemente surpreendidos patrões e governo deixaram que o movimento transcorresse pacificamente. A repressão se inicou no dia seguinte e a partir de então foi marcada por fortes conflitos envolvendo a polícia, capangas de empresas e o própria justiça de Estado.
No dia 2 de maio, domingo, a polícia entrou em choque com os grevistas numa pequena cidade vizinha de Chicago, deixando um saldo de nove mortos.
No dia 3, os grevistas dirigiram-se à fábrica MacCormick, a única indústria da região que funcionava, pois os trabalhadores haviam sido demitidos e substituídos por desempregados fura-greves. Além disso, os empresários haviam contratado 300 agentes da Pinkerton para protegê-la. Os trabalhadores reagiram fazendo comícios do lado de fora dos portões, e mais uma vez houve confronto com a polícia, que disparou, provocando seis mortos e uma centena de feridos.
Ao mesmo tempo em que aumentava a repressão, aumentava o vigor da greve a o estado de ânimo dos trabalhadores. Um dos líderes da greve, o anarquista August Spies, convocou para o dia seguinte, dia 4 de maio, um ato público contra a repressão policial na Praça do Mercado de Feno, centro de Chicago, que reuniu cerca de 15 mil pessoas e foi cercada pela polícia, fortemente armada. Quando o último orador, Samuel Fielden, iniciava seu discurso, o chefe de polícia exigiu que ele descesse do palanque e enquanto discutiam, uma bomba explodiu entre os policiais, matando oito homens. A polícia revidou, abrindo fogo e provocando a tragédia: 80 operários foram assassinados e mais de uma centena ficou ferida no massacre de Chicago.
A (in) Justiça
Vários manifestantes, mas em especial os líders da greve e organizadores do comício foram presos. O processo, reconhecido posteriormente como uma grande farsa pela própria justiça estadunidense, voltou-se contra os militantes anarquistas August Spies, Adolf Fischer, Luis Lingg, Albert Parsons, George Engel, Michael Schwab, Oscar Neebe e Samuel Fielden, sendo que três deles, Spies, Parsons e Fielden, estavam entre os oradores do encontro.
A sentença, ditada a 20 de Agosto de 1886, condenou à morte os oito réus, embora posteriormente Schwab e Fielden vissem a pena comutada para prisão perpétua e Neebe para 15 anos de prisão. A execução dos condenados foi marcada para 11 de Novembro de 1887. Na antevéspera, Lingg suicidou-se, numa última tentativa de salvar a vida dos companheiros. Mas as autoridades não recuaram, os quatro ativistas foram executados, enquanto a tropa se encarregava de conter a multidão nas ruas.
O crime do Estado americano, idêntico ao de muitos outros Estados, que continuaram durante muitas décadas a reprimir as lutas operárias, inclusive as manifestações de 1° de maio, era produto de sociedades onde os interesses dominantes não necessitavam sequer ser dissimulados. Na época, o Chicago Times afirmava: "A prisão e os trabalhos forçados são a única solução adequada para a questão social", mas outros jornais eram ainda mais explícitos como o New York Tribune: "Estes brutos [os operários] só compreendem a força, uma força que possam recordar durante várias gerações..."
Seis anos mais tarde, em 1893, a condenação seria anulada e reconhecido o caráter político e persecutório do julgamento, sendo então libertados os réus ainda presos, numa manifestação comum do reconhecimento tardio do terror de Estado.
Introdução
Dia do Trabalhador.
NÃO é dia do trabalho. É do TRABALHADOR. A diferença é muito grande, diferença política, não de grafia.
O dia 1o de maio é feriado internacional. É dia de luta e luto em vários países do mundo, dia de lembrar dos trabalhadores operários de Chicago que foram assassinados por reivindicar uma jornada de trabalho de 8 horas diárias. Dia de lembrar que os setores privilegiados se utilizam de mecanismos variados para preservar suas benesses.
É preciso estarmos constantemente preocupados em preservar nossa memória, a memória social, a nossa história. Nesse caso a necessidade é maior ainda, uma vez que existe, há muito tempo, um movimento deliberado para distorcer essa memória; uma distorção lenta, subliminar, pois executada não só pelos setores mais reacionários da sociedade, mas muitas vezes por partidos de esquerda e por lideranças sindicais.
Para muitos o Primeiro de Maio é dia de show e de sorteio de prêmios, e durante essa manifestação, ninguém fala de exploração, organização, luta, ninguém fala da história que originou o feriado.
As Origens
"Declaramos que a limitação da jornada de trabalho é a condição prévia, sem a qual todas as demais aspirações de emancipação sofrerão inevitavelmente um fracasso"
Esta frase é de Karl Marx, "pai" do socialismo científico, quando da fundação da Associação Internacional dos Trabalhadores em 1866.
Há pelo menos duas décadas os trabalhadores europeus se organizavam e lutavam por reivindicações trabalhistas.
As primeiras e mais importantes lutas operárias se desenvolveram na Inglaterra, a partir do início do século 19, primeiro com o movimento Ludista e posteriormente com o movimento cartista, reunindo várias categorias profissionais e transformando a luta por reivindicações econômicas em lutas políticas. Foi nesse contexto que se desenvolveram os primeiros sindicatos e a primeira Federação de Trabalhadores Ingleses.
O "cartismo" nasceu em 1837, quando foi redigida a "Carta ao Povo", documento que continha seis pontos de reivindicação: sufrágio universal, igualdade dos distritos eleitorais, supressão do censo, eleições anuais, voto secreto, pagamento aos deputados do Parlamento.
Desde a década de 30 os cartistas fizeram conquistas consideráveis para a classe operária como: 1º lei de proteção ao trabalho infantil (1833), lei de imprensa (1836), reforma do Código Penal (1837), regulamentação do trabalho feminino e infantil (1842), lei de supressão dos direitos sobre os cereais e lei permitindo as associações políticas (1846), lei da jornada de trabalho de 10 horas (1847).
Em 1842, auge do movimento, foi feita uma petição que exigia o sufrágio universal e a resolução de problemas econômicos. Apesar dos 3 milhões de assinaturas que a acompanhavam, a petição foi recusada pelo Parlamento.
Em 1848, organizou-se nova manifestação de apoio à petição, com 5 milhões de assinaturas. Londres foi ocupada pelo exército, que impediu a manifestação. No entanto, até o ano de 1858 vários movimentos grevistas serviram para organizar e dar maior consciência à classe operária inglesa.
O ano de 1848 foi importante não só na Inglaterra, mas em vários países do mundo, marcado por uma onda revolucionária conhecida como a "Primavera dos Povos".
Normalmente o movimento de 1848 é apresentado sob a ótica das idéias liberais e nacionalistas, particularmente nas regiões italianas e alemãs. Porém, como justificar então o nome dado ao movimento? Essa situação é bastante desigual nos países europeus. Se, é verdade que o sentimento nacionalista predomina na Alemanha e Itália, e que a burguesia lidera o movimento contra os governos absolutistas, a classe operária, mesmo de forma incipiente faz seu aparecimento de forma independente, com suas próprias reivindicações e formas de organização.
Na França a Revolução de 1848 foi um momento de importante ascensão e organização independente da classe operária, seu apogeu ocorreu quando do movimento conhecido como "Comuna de Paris" em 1871, porém não só o movimento operário inglês e francês estavam em ascensão, em outros países europeus e também nos EUA surgiam movimentos de trabalhadores, principalmente imigrantes, que viviam em condições de superexploração.
O 1o de Maio
As origens do 1° de maio se relacionam com a proposta dos trabalhadores organizados na Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT) de declarar um dia de luta pelas oito horas de trabalho. Também conhecida como "Primeira internacional", foi fundada em Londres, sob influência das idéias de Karl Marx. Porém foram os acontecimentos de Chicago, de 1886, que vieram a dar-lhe o seu definitivo significado de dia internacional de luta dos trabalhadores.
Nos Estados Unidos a classe operária era formada principalmente por imigrantes europeus, alemães, tchecos, irlandeses e de outras nacionalidades. A exploração do trabalho operário soma-se à exploração do imigrante, daquele que é considerado um não cidadão e, portanto, sem qualquer tipo de direitos. Foram essas condições que estimularam o desenvolvimento do movimento sindical no país. Grande parte dos operários era influenciada pelos ideais socialista ou anarquista.
As incipientes organizações operárias passaram a reivindicar dos patrões o respeito à lei, o fim do trabalho infantil e, principalmente, a redução da jornada para oito horas diárias e quatro horas aos domingos.
Na segunda metade do século 19 a organização sindical conheceu aumento expressivo e se processou de forma autônoma, independente do Estado e muitas vezes, contra o Estado. A proposta das 8 horas de jornada máxima, tornou-se um dos objetivos centrais das lutas operárias, e se tornou o eixo principal de reivindicação dos trabalhadores, tema de maior destaque na imprensa alternativa que se desenvolveu, formando a cultura operária durante décadas em que foi importante fator de mobilização. Ao mesmo tempo a luta pela redução da jornada de trabalho foi responsável por violenta repressão e marcada por prisões e morte de trabalhadores.
Apesar da pressão de governo e patrões, foi criada, nos Estados Unidos, em 1885, a Federação dos Grêmios e Sindicatos Operários, comandada por lideranças operárias inspiradas por idéias anarquistas ou socialistas. Sua primeira resolução foi convocar uma greve geral em todo o país para o dia 1º de maio de 1886, tendo como eixo a redução da jornada de trabalho. Em diversas cidades dos EUA a paralisação, principalmente na região nordeste, reuniu milhares de trabalhadores e foi acompanhada por comícios, sendo alvo da repressão policial.
Em Chicago a adesão à proposta da Federação foi massiva e cerca de 400 mil operários das fábricas cruzaram os braços. Aparentemente surpreendidos patrões e governo deixaram que o movimento transcorresse pacificamente. A repressão se inicou no dia seguinte e a partir de então foi marcada por fortes conflitos envolvendo a polícia, capangas de empresas e o própria justiça de Estado.
No dia 2 de maio, domingo, a polícia entrou em choque com os grevistas numa pequena cidade vizinha de Chicago, deixando um saldo de nove mortos.
No dia 3, os grevistas dirigiram-se à fábrica MacCormick, a única indústria da região que funcionava, pois os trabalhadores haviam sido demitidos e substituídos por desempregados fura-greves. Além disso, os empresários haviam contratado 300 agentes da Pinkerton para protegê-la. Os trabalhadores reagiram fazendo comícios do lado de fora dos portões, e mais uma vez houve confronto com a polícia, que disparou, provocando seis mortos e uma centena de feridos.
Ao mesmo tempo em que aumentava a repressão, aumentava o vigor da greve a o estado de ânimo dos trabalhadores. Um dos líderes da greve, o anarquista August Spies, convocou para o dia seguinte, dia 4 de maio, um ato público contra a repressão policial na Praça do Mercado de Feno, centro de Chicago, que reuniu cerca de 15 mil pessoas e foi cercada pela polícia, fortemente armada. Quando o último orador, Samuel Fielden, iniciava seu discurso, o chefe de polícia exigiu que ele descesse do palanque e enquanto discutiam, uma bomba explodiu entre os policiais, matando oito homens. A polícia revidou, abrindo fogo e provocando a tragédia: 80 operários foram assassinados e mais de uma centena ficou ferida no massacre de Chicago.
A (in) Justiça
Vários manifestantes, mas em especial os líders da greve e organizadores do comício foram presos. O processo, reconhecido posteriormente como uma grande farsa pela própria justiça estadunidense, voltou-se contra os militantes anarquistas August Spies, Adolf Fischer, Luis Lingg, Albert Parsons, George Engel, Michael Schwab, Oscar Neebe e Samuel Fielden, sendo que três deles, Spies, Parsons e Fielden, estavam entre os oradores do encontro.
A sentença, ditada a 20 de Agosto de 1886, condenou à morte os oito réus, embora posteriormente Schwab e Fielden vissem a pena comutada para prisão perpétua e Neebe para 15 anos de prisão. A execução dos condenados foi marcada para 11 de Novembro de 1887. Na antevéspera, Lingg suicidou-se, numa última tentativa de salvar a vida dos companheiros. Mas as autoridades não recuaram, os quatro ativistas foram executados, enquanto a tropa se encarregava de conter a multidão nas ruas.
O crime do Estado americano, idêntico ao de muitos outros Estados, que continuaram durante muitas décadas a reprimir as lutas operárias, inclusive as manifestações de 1° de maio, era produto de sociedades onde os interesses dominantes não necessitavam sequer ser dissimulados. Na época, o Chicago Times afirmava: "A prisão e os trabalhos forçados são a única solução adequada para a questão social", mas outros jornais eram ainda mais explícitos como o New York Tribune: "Estes brutos [os operários] só compreendem a força, uma força que possam recordar durante várias gerações..."
Seis anos mais tarde, em 1893, a condenação seria anulada e reconhecido o caráter político e persecutório do julgamento, sendo então libertados os réus ainda presos, numa manifestação comum do reconhecimento tardio do terror de Estado.
24 de Abril dia do OTT ( Operador de Triagem e Transbordo )
Em 24 de abril comemora-se o Dia do Operador de Triagem e Transbordo. Hoje, em todo o País, prestamos homenagens aos cerca de 13 mil OTTs, eles são essenciais para os bons desempenho dos Correios.
O OTT atua nos bastidores da atividade postal e se reveza em turnos para garantir com eficiência o bom andamento das atividades operacionais da empresa. Sem ele, as encomendas não chegariam, diariamente, a milhões de lares brasileiros.
É deles a responsabilidade de recepção da carga postal; preparação de equipamentos; paletes e redes; abertura e fechamento de malas, caixetas e contêineres; e da conferência e tratamento dos 35 milhões de objetos que seguem diariamente para os seus destinos.
Neste dia ha pouco para se comemorar, e muito para se conquistar, devido a desvalorização destes profissionais por parte da direção da ECT, alguns optam por não participar das comemorações de mentira, oferecida pela direção dos correios, verdadeiros cala-boca cafés da manha, os OTTS querem de fato valorização reconhecimento, melhores condições de trabalho etc.
A RENOVAÇÃO ECETISTAS CONLUTAS defende a conquista do diferencial de mercado, a todos OTTS, que são descriminados e não recebem tal remuneração, mais é nescessario muita luta para arrancarmos esta conquista ,com a participação de todos (as). .
segunda-feira, 30 de abril de 2012
POSTALIS terá de devolver valores a funcionários dos Correios.
Previdência privada terá de devolver valores a funcionários dos Correios.
O Instituto de Seguridade Social dos Correios (Postalis) terá de restituir o que pagaram funcionários da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos para a previdência suplementar, mas que não preencheram um dos requisitos para aposentadoria: desvincular-se da empresa. O juiz Robson Barbosa de Azevedo, da 4ª Vara Cível de Brasília, determinou que a Postalis devolva as contribuições cobradas após a data em que o funcionário passaria a ter direito ao benefício. Cabe recurso.
"Os substituídos preencheram os requisitos normativos, para aposentadoria, quais sejam, a idade de 58 anos, dez anos de vínculo com a ECT e cinco anos de vínculo com a Postalis, bem como aposentadoria por tempo de serviço junto ao INSS. Entretanto, deixam de preencher o requisito de rescisão do vínculo empregatício com a entidade patrocinadora, mantendo-se ativos e contribuintes, apesar de não haver previsão de aumento dos benefícios a receber, em função da continuidade de contribuições", disse o juiz na sentença.
terça-feira, 24 de abril de 2012
BOLETIM DA OPOSIÇÃO
Direção DO SINDICATO TRAI TRABALHADORES UNINDO-SE A CHAPA BRANCA DA DIREÇAO DOS CORREIOS.
Companheiros, na assembleia acorrida no ultimo dia 23 de abril ocorreu um fato que alguns já sabiam, a direção do Sintect-RN declarou publicamente, que e aliada da direção dos Correios, quando se uniram para vota,r contra uma chapa de trabalhadores de base pessoas que querem mudanças e a direção do sindicato, não aceita em hipótese alguma, na chapa mista sindicato-empresa tinha pessoas que não participaram da ultima greve e o sindicato apoiou para fazer parte da chapa, uma chapa onde algumas pessoas venderam seus preciosos votos por R$ 20,00, acreditem vinte reais foi oferecido por duas pessoas que participaram da chapa branca quem denunciou tal fato foram trabalhadores do CTC e do CEE Natal, o pior de tudo e que esse dinheiro sai do nosso bolso, nossa contribuição mensal como sócios do sindicato, por estes motivos devemos, prestar mais atenção nas pessoas que escolhemos para nos representar, pois esses dirigentes que ai estão, só pensam no bolso deles e estão muito acomodados em detrimento dos interesses da classe trabalhadora.
detrimento[Do lat. detrimentu.]
Substantivo masculino.
1.Dano, perda, prejuízo:
agir em detrimento de outrem;
“O escândalo que lhe causou a superestimação dos méritos de Malvino Reis em detrimento dos de Zacarias não é senão uma reafirmação daquele sentimento” (R. Magalhães Júnior, Machado de Assis Desconhecido, p. 121)
Informes sobre Pagamento da PLR 2011
Informes sobre Pagamento da PLR 2011
Informes sobre Pagamento da PLR 2011
Companheiros/as,
A direção dos Correios em reunião com a Comissão de Negociação da PLR 2012, informou verbalmente que o lucro líquido dos Correios de 2011 foi de R$ 883 milhões e foram repassados para o governo o valor de R$ 358 Milhões
Informou ainda que o valor destinado para pagamento da PLR 2011 foi de R$ 88.605.000,00
Em relação aos valores a serem pagos, a direção da ECT informou que os critérios que foram aceitos pela maioria da Comissão de Negociação de PLR 2011, os quais condicionam o pagamento relacionados a parcela corporativa do valor de 30% do montante da PLR, não foram alcançados. No entanto, informaram que estes valores deverão ser pagos de forma proporcional aos resultados alcançados destes critérios.
Mesmo o lucro dos Correios ter sido maior do que o de 2010, a direção da ECT nos informou que os valores pagos neste ano ficarão menores que os pagos do ano passado, ficando no aproximado de R$ 770,00 para a grande maioria dos trabalhadores. Descontando os R$ 500,00 que foram adiantados em dezembro/2011 teríamos a receber um valor aproximado de apenas R$ 270,00.
A direção dos Correios informou ainda que o pagamento deverá ser feito até o dia 01 de Maio de 2012.
Eu gostaria de lembrar que estas informações foram dadas pela empresa de forma verbal, onde não se dispuseram a oficializar tais informações.
Por tudo isso, fica demonstrado que nós da CSP-Conlutas Oposição Nacional à maioria da direção da FENTECT, estávamos corretos quando orientamos pela rejeição deste acordo. Pois, como podemos ver, os trabalhadores ficarão com um enorme prejuízo com este acordo e ainda corremos o risco perdermos ainda mais pelo motivo de não ter atingido as metas impostas no acordo assinado pela maioria do Comando de Negociações da PLR 2011.
Oposição Nacional CSP-Conlutas e FNTC
terça-feira, 17 de abril de 2012
Assembléia Importantíssima, avante companheiros!
| RENOVAÇÃO ECETISTA CONLUTAS convoca categoria para participar de Assembleia Geral | ||
Será realizada nesta segunda-feira (23), a partir das 19h, uma Assembleia promovida pelo Sindicato. O evento acontecerá no Sindicato dos Rodoviários Sintro-RN -Próximo ao Viaduto do Baldo, na Av. Rio Branco, Cidade Alta em Natal/RN. Na ocasião serão dados informes gerais. Também haverá a eleição de delegados que irão participar do Congresso do XI CONTECT, é necessário que a categoria participe da tirada de delegados para escolher trabalhadores de base comprometidos com a luta e fortalecer a campanha para que seja formada uma pauta de negociação. Além disso, um outro objetivo dos trabalhadores dos Correios, a nível nacional, é a mudança na diretoria da FENTECT, na qual os delegados eleitos terão uma participação importante. E diante dos problemas enfrentados pelos ecetistas, como o SAP, a PLR, o assédio moral e a falta de segurança no trabalho cada vez mais constante, A RENOVAÇÃO ECETISTA convoca todos para participarem da Assembleia. Esta é a sua oportunidade de se expressar e mostrar sua indignação junto a direção do sindicato que tem deixado a desejar sumiu dos setores e chamou a assembleia no ultimo minuto do segundo tempo. vamos votar na renovação vote na chapa da oposição Conlutas só Conlutas iremos mudar nosso sindicato por um sindicato independente da empresa e do governo. participe, você estará fortalecendo a luta por condições mais dignas de trabalho. | ||
segunda-feira, 16 de abril de 2012
O SALÁRIO MÍNIMO DA VENEZUELA É O MAIOR DA AMÉRICA LATINA.
O presidente Hugo Chávez anunciou o aumento do salário mínimo na Venezuela a vigorar a partir de primeiro de maio próximo. Será de 2.047,52 bolivares, que somado com os 950 bolivares referente ao ticket alimentação obrigatório para essa faixa de salário totaliza 2.997,52 bolivares (equivalente a 697,09 dólares). A isso se deve somar o beneficio que eles denominam de “aguinaldos”,que representa mais 3 salários adicionais anuais (também obrigatório) teremos então um salário total anual de 44.962,80 bolívares (10.456,46 dólares anuais). A média de ganho mensal de um trabalhador de salário mínimo na Venezuela a partir de maio será, portanto, de 3.746,9 bolivares (871,37 dólares) – o que representa ser o mais alto da América Latina. Ressalta-se também que apenas 21% dos trabalhadores assalariados da Venezuela ganham salário mínimo (4 milhões de trabalhadores) e que nessa ação governamental serão injetados na economia o equivalente a 4 bilhões de dólares anuais (via renda petroleira) o que é algo muito significativo. Enquanto isso no Brasil que tem uma economia 6.5 vezes maior que a Venezuela (medida pelo PIB) o salário mínimo tem um valor de 622 reais, ou seja, 8.086 reais anuais (incluindo aí o 13º salário), o que perfaz 4.371 dólares anuais, representando apenas 41% do existente na Venezuela. (vide informe abaixo transcrito). A outra nota (também transcrita logo abaixo) explicita uma pesquisa feita a nível mundial pelo Gallup trazendo a surpreendente informação de a Venezuela é o quinto país mais feliz do mundo. Como essa curiosa pesquisa foi realizada por uma instituição dos Estados Unidos e que coloca o próprio país em 12ºlugar, pode ser algo significativo, já que mostra o estado de ânimo da população nos dois países (nos Estados Unidos envolto em crise econômica, desemprego, guerras etc, etc; e na Venezuela funcionando a todo vapor as políticas públicas de distribuição de renda, envolta por uma revolução que tem um nítido caráter anti-neoliberal e pró socialista e com uma liderança política que tem grande apoio popular). Na Venezuela a alta estima do povo caminha a todo o vapor - fato esse que por si só contribui para o desenvolvimento socio/econômico do país. Distribuir renda para as maiorias populacionais e gradualmente acabar com as injustiças sociais é possível, bastando para isso que haja decisão política arrojada por parte dos governantes que deverá sempre estar respaldada pelo poder popular inserido numa democracia participativa e protagonica. E nessa perspectiva a Venezuela tem muito que ensinar aos grandes países da América Latina. (Brasil, México e Argentina) - Jacob David Blinder
quarta-feira, 4 de abril de 2012
MENSAGEM AOS COMPANHEIROS DE MOSSORÓ
Companheiros apresento a vocês uma nova alternativa de luta, a Renovação Ecetista que veio para dar nova alternativa aos trabalhadores, contra a morosidade da direção do sindicato, que deixa de lado os interesses dos trabalhadores a favor de interesses pessoais ou partidários. Cito a taxa negocial ou desconto assistencial, aquele desconto aprovado logo após a greve, onde a direção do sindicato empurrou goela-a-baixo dois descontos de 2%, quando o correto seria dois descontos de um 01 por cento aprovado na assembléia de natal por 70% dos presentes na greve o fato estarrecedor e que o sindicato não deu aos trabalhadores de Mossoró, a opção de votar na proposta de 2 descontos de 1 % alem disso desrespeitou a maioria dos trabalhadores e fez valer a vontade da direção do sindicato. chega de usar os trabalhadores de mossoró como bode expiatório exigimos respeito aos nobres guerreiros que fazem parte de todas as nossas lutas parabéns a todos companheiros de Mossoró.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Quem vai Pagar o Sapo
SAP: trabalhadores dos Correios, em especial os carteiros, estão sofrendo com o assédio moral
O SAP é um sistema de controle da jornada diária do trabalhador, servirá como medição para todas as atividades do funcionário, como TD, SD, tempo de percorrida, prestação de contas e LOEC. A maneira como a empresa pretende utilizar o SAP demonstra que as situações de assédio moral se tornaram ainda piores.
O principio do SAP é eleger diariamente 20% dos carteiros para serem avaliados na TD, SL e Ordenamento sem que cada trabalhador tenha o conhecimento de que está sofrendo avaliação.
Com relação a TD até é possível manter segredo, mas dificilmente será possível manter o sigilo do procedimentos de SL e do Ordenamento tendo sido contabilizados os objetos triados pelo carteiro.
O SAP é injusto ao deixar a avaliação do desempenho do trabalhador sob critérios, que podem sofrer influência, dada a relação entre o avaliador e o avaliado. O trabalhador vai realizar suas atividades pressionado pelo risco do não cumprimento da meta. Assim poderá receber uma SID e consequentemente a demissão por justa causa.
Essa pressão no dia a dia surgiu no momento em que o governo decidiu transformar os Correios em uma empresa S/A.Com a entrega dos Correios para a iniciativa privada os trabalhadores passam a ser exigidos como se fossem máquinas.
O trabalho do carteiro aumentou mais do que nunca e por isso é preciso realizar Concurso Público, ampliar o número de trabalhadores, para que as correspondências não atrasem.Ao invés de pensar no ser humano, a empresa resolveu criar sistemas de controle do trabalho dos carteiros.As siglas SAP E SIGO são alguns destes sistemas.
O SAP cria tensão entre os trabalhadores, pois é uma ferramenta de avaliação do desempenho do trabalhador. Com essa vigilia permanente a vida do trabalhador dos Correios foi transformada em um Big Brother.
O que tem preocupado os carteiros é que o carteiro só vai saber que foi avaliado no seu retorno da rua. Essa avaliação sendo negativa ou positiva não poderá ser contestada e o carteiro não recebe ao menos uma cópia da avaliação.
Toda a responsabilidade pelo atraso na entrega das correspondências será culpa do carteiro, mesmo com os atuais problemas de estrutura dos Correios, como a falta de carteiros.
Atualmente, os carteiros são obrigados a fazer horas-extras, diárias, dobras - quando um carteiro entrega a correspondência do outro ausente. Além disso, tem de trabalhar aos sábados, domingos e feriados.
O carteiro é o representante de todos os trabalhadores dos Correios que estão sofrendo com o discurso de modernização, que na verdade significa transformar a ECT em uma Sociedade Anônima.
A Renovação Ecetista exige que a direção do Sintect-RN protocole denuncia no MPT Ministério Publico do Trabalho estamos de olho!!
terça-feira, 22 de novembro de 2011
20 de Novembro a consciência é Negra!
Para meus amigos multi coloridos : FELIZ 20 DE NOVEMBRO !!!

"Encontrei minhas origens / em velhos arquivos... livros/ encontrei em malditos objetos/ troncos e grilhetas / encontrei minhas origens no leste/ no mar em imundos tumbeiros encontrei / em doces palavras... cantos em furiosos tambores...ritos / encontrei minhas origens na cor de minha pele/ nos lanhos de minha alma / em mim / em minha gente escura / em meus heróis altivos / encontrei / encontrei-as enfim / me encontrei"
Poesia de Oliveira Silveira (1941-2009), o “Poeta da Consciência Negra”, que lutou pela inclusão dos negros nos diversos espaços da sociedade: na educação, no emprego, na habitação, na saúde, na arte, na literatura, na mídia, na política. Lutou pelo respeito às diferenças e pela igualdade de direitos. Oliveira morreu aos 68 anos, no dia 1 de janeiro de 2009, e não viu seu sonho realizado, não desfrutou da liberdade plena tão sonhada, mas como Zumbi, morreu lutando.”
domingo, 13 de novembro de 2011
Boa leitura!!!!
Fernando Morais e o terrorismo dos EUA contra Cuba
Houve um tempo em que mercenários contratados por organizações de extrema-direita da Flórida recebiam U$ 1,5 mil por bomba colocada em Cuba. “Hoje ainda é possível ver em Miami manifestações de rua contra a Revolução, mas as novas gerações parecem mais interessadas em ouvir salsa do que em colocar bombas”, diz o jornalista Fernando Morais ao Vermelho.
Por Joana Rozowykwiat

Morais está lançando Os últimos soldados da Guerra Fria, livro-reportagem que reconstitui a trajetória de agentes secretos de Cuba, que se infiltraram nos Estados Unidos para impedir ações terroristas contra a ilha.
No próximo dia 20, às 19h, ele apresenta a publicação em São Paulo, na Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação (Fapcom). Na ocasião, o autor participa do debate “Os 5 cubanos ignorados pela mídia”, ao lado da presidente do Conselho Mundial da Paz (CMP), Socorro Gomes, e do cônsul de Cuba, Lázaro Mendes Cabrera. O evento é promovido pelo Centro de Estudos da Mídia Barão de Itararé.
A discussão acontece no momento em que René González – um dos agentes secretos retratados no livro – acaba de ser libertado, nos Estados Unidos, depois de 13 anos de prisão. Apesar de ter cumprido toda a sua pena, René está sendo obrigado pela Justiça norte-americana a permanecer nos EUA, em “liberdade vigiada”, por mais três anos.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
30 DE OUTUBRO DIA DO ATENDENTE!
A todos os 26 mil Atendentes Comerciais dos Correios em todo Brasil,
o nosso muito muito obrigado e Parabéns pelo seu dia!!!
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Empregado de Banco Postal consegue enquadramento como bancário no TST
Um empregado da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) que prestava serviço no Banco Postal conseguiu o seu enquadramento como bancário na Justiça do Trabalho. A Seção Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu dos embargos da ECT e manteve, na prática, decisão da Sexta Turma do Tribunal que reconheceu a atividade do empregado como de bancário.
A Sexta Turma, ao julgar recurso de revista, manteve o entendimento do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO) de que as atividades exercidas pelo trabalhador eram “típicas de bancário”, devido ao contrato entre a ECT e o Bradesco para a criação do Banco Postal. A decisão da Turma não foi unânime, ficando vencido o ministro Aloysio Corrêa da Veiga, contrário ao enquadramento pretendido no proc esso. No julgamento, a Turma ressaltou que, embora já tenha julgado de forma diferente em outras situações semelhantes, as provas apresentadas pelo TRT, no caso, demonstraram que eram devidos os benefícios inerentes à categoria de bancário ao trabalhador.
O autor da ação foi contratado pela ECT em janeiro de 2002 e, dois anos depois, foi lotado numa agência do Banco Postal. Em 2009, ajuizou ação trabalhista na 7ª Vara do Trabalho de Goiânia (GO) com a intenção de ser equiparado à condição de bancário, com todos os benefícios da categoria, como o salário-base e a jornada de trabalho diário de seis horas. No entanto, a Vara decidiu que ele, por trabalhar diretamente para a ECT, e não para uma instituição financeira, não poderia ser enquadrado da forma pretendida. Essa decisão foi alterada pelo Tribunal Regional, que acolheu o recurso do trabalhador.
A ECT recorreu, sem sucesso, ao TST. O ministro Milton de Moura França, relat or dos embargos da empresa na SDI-1, constatou que a ECT não apresentou cópias de decisões diferentes da adotada pela Sexta Turma que demonstrassem divergência jurisprudencial, necessária para a apreciação do recurso (Súmula 296 do TST). Assim, a SDI-1 decidiu, por unanimidade, não reconhecer a solicitação da empresa.
(Augusto Fontenele/CF)
Processo: E-RR 156800-97.2009.5.18.0007
FONTE: http://ext02.tst.gov.br/pls/ no01/NO_NOTICIASNOVO.Exibe_ Noticia?p_cod_area_noticia= ASCS&p_cod_noticia=13020
A Sexta Turma, ao julgar recurso de revista, manteve o entendimento do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO) de que as atividades exercidas pelo trabalhador eram “típicas de bancário”, devido ao contrato entre a ECT e o Bradesco para a criação do Banco Postal. A decisão da Turma não foi unânime, ficando vencido o ministro Aloysio Corrêa da Veiga, contrário ao enquadramento pretendido no proc esso. No julgamento, a Turma ressaltou que, embora já tenha julgado de forma diferente em outras situações semelhantes, as provas apresentadas pelo TRT, no caso, demonstraram que eram devidos os benefícios inerentes à categoria de bancário ao trabalhador.
O autor da ação foi contratado pela ECT em janeiro de 2002 e, dois anos depois, foi lotado numa agência do Banco Postal. Em 2009, ajuizou ação trabalhista na 7ª Vara do Trabalho de Goiânia (GO) com a intenção de ser equiparado à condição de bancário, com todos os benefícios da categoria, como o salário-base e a jornada de trabalho diário de seis horas. No entanto, a Vara decidiu que ele, por trabalhar diretamente para a ECT, e não para uma instituição financeira, não poderia ser enquadrado da forma pretendida. Essa decisão foi alterada pelo Tribunal Regional, que acolheu o recurso do trabalhador.
A ECT recorreu, sem sucesso, ao TST. O ministro Milton de Moura França, relat or dos embargos da empresa na SDI-1, constatou que a ECT não apresentou cópias de decisões diferentes da adotada pela Sexta Turma que demonstrassem divergência jurisprudencial, necessária para a apreciação do recurso (Súmula 296 do TST). Assim, a SDI-1 decidiu, por unanimidade, não reconhecer a solicitação da empresa.
(Augusto Fontenele/CF)
Processo: E-RR 156800-97.2009.5.18.0007
FONTE: http://ext02.tst.gov.br/pls/
ATÉ QUANDO VOCÊ VAI FICAR LEVANDO PORRADA,PORRADA? MUDA!
Nasce uma nova alternativa aos trabalhadores dos Correios, pelo bem da democracia, dando opção de escolha, A Renovação veio num momento oportuno, onde os trabalhadores estão unidos e organizados não poderíamos ter oportunidade melhor! Onde os que estão participando do movimento paredista, são o que há de melhor, para discutirmos mudanças, e os rumos que queremos, para nossa entidade sindical onde a única opção, que os trabalhadores tinham era a oposição de João Maria Alves, que preferiu deixar de lado a luta coletiva, para ocupar espaço na direção dos Correios, onde a direção do sindicato se acomodou, pois acharam que os trabalhadores não teriam mais alternativa, onde alguns querem a todo custo se perpetuar na direção do sindicato, o pior ficar liberados para resolver assuntos particulares, estes mesmos que morem de medo de um dia ter que voltar a lombar uma mala de cartas, por isso que alguns optam por aceitar cargos na direção da empresa, lamentável, o pior de tudo e quando se voltam contra os trabalhadores, que através de seu voto os colocaram no poder, o que recebemos são as retaliações, o próprio fogo amigo, se é que podemos chamá-los de amigos, agora mais que nunca precisamos pensar duas vezes, antes de escolher-mos nossos representantes, não é dona Dilma¿
editar 7 dias não irão cessar a luta dos trabalhadores novas lutas e conquistas virão!!
Parabéns a todos que fizeram parte desta luta!!!
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