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sábado, 6 de junho de 2015

PTralhas cadê nossa PLR?

O Rei da incompetência Nos Correios! 

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Mais uma vez a empresa enrola descaradamente para divulgar seus péssimos resultados por mais um ano consecutivo. É muito fácil perceber que o apadrinhamento político da gestão somados a corrupção e o aparelhamento partidário da sua estrutura está levando a ECT à falência.
As vésperas de publicar um balanço vergonhoso, seus diretores se escondem atrás dos seus padrinhos políticos para não serem degolados por mais um ano de derrota da gestão dos Correios. Wagner Pinheiro junto com seu aliado Nelson Luiz Oliveira de Freitas, vice presidente de recursos humanos, promovem um verdadeiro massacre aos Ecetistas, criam programas de demissão voluntárias na esperança de matar a empresa por inanição, ou seja,  por falta de pessoal e tenta impor ao movimento sindical o contrato por tempo determinado.
Esta politicagem absurda e neoliberal de forçar ao máximo a terceirização na empresa, não contratar e não realizar os investimentos que os Correios precisam está levando a ECT ao mais completo caos em todo o país, bem como o Postalis que é de responsabilidade da gestão Wagner Pinheiro. Esta forma de administrar da atual diretoria  da empresa está golpeando de morte os Correios, com a desculpa de que a crise internacional é quem fez a empresa amargar prejuízo. Mentira! O monopólio postal não está tendo resultados porque a empresa sucateou no limite máximo o serviço, que vem perdendo credibilidade e espaço no mercado de entregas.
Os escândalos de corrupção e aparelhamento da máquina se sucedem, sem que nenhuma atitude seja tomada. Os cargos de apadrinhamento superlotam a estrutura da empresa e eles reclamam que temos funcionários em demasia. Um absurdo, uma vez que é visível a falta de pessoal em todos os setores da empresa, a terceirização reina até mesmo na atividade fim dos Correios como os MOT’s e a frota terceirizada.
Nelson Luiz ainda utiliza-se de forma inescrupulosa do cargo que ocupa para favorecer e estruturar a organização sindical mais pelega e entreguista nos Correios, denominada ArtSind\CUT.  Um absurdo uma vez que é ilegal a ingerência da empresa no movimento sindical.
Aqui no RN não é diferente A Direção da ECT PT não dá a minima para os Trabalhadores assaltos,sobrecarga de trabalho falta de Pessoal e eles nada fazem apenas assistem e garantem seus altos salários.o presidente do Sintect-RN do PT defende a ECT é aliadíssimo da direção dos Correios. 

sábado, 30 de maio de 2015

PLR A NOVELA ANUAL DA ECT( CORREIOS)


Manobra contábil de última hora evita que os Correios apresentem prejuízo milionário em seu balanço

Reportagem do jornal “Valor Econômico” revela que a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), que vive acelerada fase de deterioração financeira e operacional, para evitar fechar seu balanço no vermelho pela primeira vez em quase duas décadas, fizeram uma manobra contábil que não foi consensual. Em reunião no dia 17 de março de 2015, o conselho de administração da ECT reverteu uma bilionária provisão contábil, que servia para a eventual necessidade de cobrir novamente o rombo do fundo de pensão Postalis – já houve pagamentos durante mais de quatro anos.
Prestes a anunciar seus piores resultados desde 1995, Os Correios só não tiveram prejuízos em suas contas devido a essas mudanças contábeis de última hora. Graças às manobras, de um lucro líquido de R$ 1,1 bilhão em 2012, que já havia despencado para R$ 325 milhões no exercício seguinte, a estatal manteve-se no azul por R$ 10 milhões no ano passado. Os números, aos quais o “Valor” teve acesso, serão divulgados nos próximos dias.

ISONOMIA!!

ISONIMIA JÁ!!

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Terceirização é escravidão legalizada!!


Com a votação do Projeto de Lei 4330, veio à tona a discussão sobre a terceirização do trabalho. Atualmente, é permitido contratar mão de obra terceirizada apenas quando a atividade prestada pelo trabalhador é secundária, e não o fim da empresa.
O caso mais comum de terceirização é o dos serviços de limpeza, uma atividade fundamental pra manter qualquer instituição ou empresa, mas que não é o objetivo final da mesma.
O PL, cuja votação foi adiada mas segue em discussão e deve ser votado esta semana na Câmara dos Deputados, pretende liberar a contratação também para realizar a atividade-fim, ou seja, para qualquer função poderia haver a contratação terceirizada.
Nada disso é novo: o que estão tentando é legitimar e generalizar uma situação que já ocorre ilegalmente.
No caso dos Correios, os serviços de limpeza e linhas de transporte, que são atividades meio, já são terceirizados há muito tempo. Por outro lado, as áreas comerciais e operacionais ligadas aos serviços postais, seriam atividade-fim da empresa, e, portanto, até o momento, proibidas de serem terceirizadas. Mas, na prática, desde a década de 90 existem agências de Correios franqueadas, que nada mais são do que agências terceirizadas, com funcionários terceirizados. As atividades realizadas nessas agências são as mesmas das agências próprias, ou seja, a postagem de objetos para serem entregues pelos Correios. Mas os funcionários não têm os mesmos direitos, não recebem o mesmo salário e não têm a mesma estabilidade.
Um caso ainda mais emblemático de terceirização nos Correios, que certamente será generalizado se for aprovado o PL4330, é a existência da Mão de Obra Temporária, os chamados MOTs. São trabalhadores contratados para exercer a função de Carteiro ou Operador de Triagem e Transbordo exatamente da mesma forma que os efetivos, porém sem ter os mesmos direitos, e tendo os dias contados para sua demissão. Acumulam mais problemas de saúde, pois são coagidos a não faltar mesmo que tenham atestado médico, não têm acesso ao plano de saúde, e sequer recebem o mesmo treinamento para aprender a realizar a função.
Muitos setores se colocam agora contra o PL 4330, inclusive os sindicatos governistas, ligados à CUT e à CTB, por exemplo. O que está correto, pois este PL representa um enorme ataque a todos os trabalhadores, generalizando uma prática que leva a piores condições de trabalho, diminui ainda mais os salários que já estão corroídos pela inflação, e joga todos os trabalhadores na incerteza do emprego temporário.
Entretanto, o problema da terceirização das atividades-fim é só a “cereja do bolo”. Uma parcela enorme da classe trabalhadora já vive nessas condições, como o exemplo já citado da limpeza, e no transporte de cargas.
Em especial no caso da faxina, em que a maioria empregada é de mulheres negras, existe uma combinação da terceirização com a opressão, pois a limpeza é socialmente considerada um trabalho “inferior” e uma “obrigação das mulheres”. Por isso esse setor já vivencia o trabalho mais precário há muito tempo, com condições insalubres, lidando com materiais de limpeza de baixa qualidade, salários atrasados e praticamente sem benefícios.
Uma das razões pelas quais a terceirização implica sempre em piores condições de trabalho é a dificuldade desse setor se organizar e lutar por seus direitos. Tanto no caso dos MOTs, quanto da faxina, embora trabalhem para a ECT, esses trabalhadores não são representados pelos sindicatos dos ecetistas. Por não terem estabilidade, qualquer tentativa de mobilização contra as condições a que estão submetidos pode acabar em demissão. Isso divide os trabalhadores efetivos e os terceirizados, enfraquecendo toda a classe. É muito mais difícil barrar os ataques, como a privatização dos Correios, se os trabalhadores não se unificam para a luta, como se fossem categorias diferentes.
Fomos conversar com companheiros e companheiras terceirizadas dos Correios pra saber o que elas enfrentam. Falamos com *Maria (M), trabalhadora da limpeza, e *José (J), carteiro temporário, ambos de um Centro de Distribuição Domiciliária da Região Metropolitana de São Paulo.
Um dos problemas mais sofridos é relacionado a atraso de salário e férias. Como isso acontece?
M: Eles migram a gente pra outra empresa que vai contratar a gente novamente, e a gente é obrigada a assinar uma cartinha de demissão. As férias vencidas que a gente tem é obrigada a pagar o aviso prévio. Tem gente que tá cinco anos sem descanso, porque vai migrando para outra empresa e pagando o aviso prévio com as próprias férias.
Sobre salário, cesta básica, é normal, tem regularidade?
M: Não, a gente nem pode contar, porque é tudo em atraso, a maioria das vezes. Principalmente fim de ano, o décimo terceiro. No último ano recebemos no dia 24, não deu nem tempo de comprar nada.
O uniforme é completo?
M: Não, falta o calçado. Faz tempo que estou usando um meu.
No seu caso, como carteiro temporário, como são as condições de trabalho?
J:Tem algo que acontece diariamente que prejudica muito, que é a pressão pra dar conta do serviço no distrito e tal, que nos obriga, mesmo sabendo que não vai receber, a fazer hora extra todos os dias, seja uma hora, meia hora, uma hora e meia, sabendo que a gente não vai ganhar hora extra. Pressão vem das chefias e tal. Isso prejudica porque a gente fica com medo de ser demitido, como já aconteceu com uma MOT que não deu conta do trabalho. O MOT entra, não tem treinamento adequado, às vezes a própria chefia não entende a função e o trabalhador não consegue realizar bem o trabalho.
E o salário?
J: Desde que eu entrei no correio já me avisaram que é comum atrasar. Já atrasou alguns dias. O depósito vem fracionado, o que dificulta o acompanhamento. Já tentei ver o holerite pela internet e não consegui. Conversei com outros MOTs e nenhum nunca conseguiu ver. Isso prejudica o trabalhador. Parece que é intencional da empresa. Outra coisa é a gente não receber uniforme, só o colete azul. A população fica desconfiada e a gente fica diferenciado dos outros carteiros.
Vocês recebem benefícios, como vale transporte?
J: Ele não é pago de acordo com o trajeto que a gente faz, e inclusive no dia da contratação a mulher da contratação, a moça que tava fazendo a entrevista e tal, disse que de fato o pagamento tava errado porque tava calculado de acordo com tarifa de 3 reais, mas que a gente tinha que fazer a escolha, ou tirava um pouco do próprio bolso ou ficava sem emprego.
* Os nomes foram trocados para preservar os trabalhadores.

quinta-feira, 5 de março de 2015

12 motivos para irmos à luta!







12 motivos para irmos à luta em defesa de nossos empregos e manutenção de direitos!


A ECT não para de atacar e cortar nossos direitos e motivos é o que não faltam para ir à luta! É por isso que os trabalhadores nos Correios de todo o Brasil irão se reunir em assembleia nesta quinta-feira (5). Unidos nacionalmente teremos força para a empresa retroceder com o Postal Saúde, CorreiosPar e fazer com que ela garanta nossas reivindicações.

A reestruturação/privatização dos Correios é o maior ataque de toda a história da empresa e representa uma grande ameaça aos trabalhadores da empresa e à população. Se os Correios forem privatizados como aconteceu na Argentina, Postugal, Espanha e Holanda, acontecerá o mesmo que nestes países: demissões em massa de trabalhadores e a precarização dos serviços sociais prestados à população daqueles países.

Dentre outras mudanças, esse modelo de reestruturação, através da CorreiosPar com a contratação de subsidiárias, transfere a parte rentável da empresa à iniciativa privada.

A categoria ecetista tem vários motivos para vir pra luta em defesa da ECT, dos seus empregos e manutenção dos seus direitos. Descrevemos a seguir alguns deles:

1. PLR Trianual

A ECT fez a maior chantagem para o pagamento da PLR 2013. Impôs um acordo trianual, –  aceito pela federação falsa FINDECT – para 2013, 2014 e 2015, sendo que pagou a 2013 de forma diferenciada: R$ 220,00 para as bases sindicais que não assinaram o acordo e R$ 646,00 para as bases que assinaram o acordo.

Enquanto isso, o Conselho de Administração da ECT aprovou e a direção pagou R$ 60.000,00 chamando de REMUNERAÇÃO VARIÁVEL para os altos Gestores e Assessores Especiais.

A ECT entrou com uma ação pedindo díssidio coletivo para a assinatura do acordo trianual da PLR. Assim, empurrariam goela abaixo dos trabalhadores o acordo trianual, inclusive para os sindicatos que não assinaram. O que isso quer dizer? Grande possibilidade de PLR zerada em 2014 e 2015, concorrência entre as DR’s para atingir os novos critérios impostos e imposição do Postal Saúde. Judicializado (TST).

2. ACT 2014/2015

Enquanto a direção dos Correios impôs um acordo de 0% de reajuste, com aplicação do GIP condicionado à incorporação ao lucro da empresa, os altos Gestores e Assessores Especiais tiveram corrigidos seus salários imediatamente com o valor da inflação. Enquanto a GIP, que está condicionada à incorporação ao lucro da empresa, também está ameaçada.

3. CIP (reajuste das funções)

O reajuste das funções dos Gestores e de todos os trabalhadores que tem função também foi feito imediatamente com o valor da inflação.

4. Corte de adicionais: carteiros motorizados e ATT para os OTTs

A ECT insiste em dar calote nos 12 mil carteiros motorizados do Brasil, os quais seriam contemplados com este adicional especificamente para amenizar os prejuízos e o perigo no trânsito. Judicializado (TST).

A ECT também não está pagando o Adicional de Atividade de Tratamento (AAT) para os trabalhadores que desempenham a função de OTT nos CDDs. A assessoria jurídica do Sintcom-PR está entrando com uma ação coletiva contra a empresa para que ela volte a pagar o adicional!

5. Concurso Temporário

O Presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, diz em uma entrevista que vai realizar concurso temporário com validade de 12 a 60 meses para atender em 1º lugar a região de Campinas/SP. Deixa claro que a ECT não pretende mais realizar concurso público por tempo indeterminado.

6. Reestruturação dos Correios/Privatização

A ECT apresentou um projeto chamando de reestruturação dos Correios. Fundou a CorreiosPar, aplicando R$300 milhões, e esta vai contratar subsidiárias e empresas privadas para atuar em vários ramos de negócios, inclusive o ramo atual dos Correios. Isso é um ataque ferrenho a nossa empresa. Quando os Capitalistas começarem a aplicar o seu dinheiro, não vão se preocupar com os direitos dos trabalhadores, muito menos com os serviços sociais prestados à população.

7. Plano de Saúde

Com a privatização do plano de saúde através do Postal Saúde, os trabalhadores e seus dependentes estão sofrendo com suspensões e cancelamentos de clinícas e hospitais credenciados, demora na autorização de procedimentos cirúrgicos, negação de cobertura de exames e, em alguns casos, até cobrança por services prestados. Judicializado (TST e TRT 2ª instância).

8. Golpe do Vale Cultura

No Dissídio Coletivo de 2013/2014, foi determinado que a ECT pagaria Vale Cultura a partir de 1º agosto de 2013. A ECT só veio honrar com esse compromisso a partir de janeiro de 2014 e, mesmo assim, ainda tem muitos trabalhadores que não receberam o benefício. (Existe ação judicial da FENTECT).

9. Postalis

Por causa da direção irresponsável do Postalis e ECT, nosso fundo de pensão está basicamente falido. Desde abril de 2013, estamos pagando uma taxa extraordinária de 3,94% e já dizem que vão cobrar ainda mais dos trabalhadores. Judicializado (Justiça Federal).

10. Golpe do Auxílio Acidente

No atual Acordo Coletivo foi acertado que a ECT garantiria (enquanto durar o tratamento) vale-alimentação e cesta básica para todos os trabalhadores afastados por acidente de Trabalho. Porém, até o momento a empresa não cumpriu com o acordado.

11. Repressão aos trabalhadores que participaram da Greve contra o Postal Saúde

A direção da ECT mandou descontar nos contra-cheques de fevereiro deste ano as horas a compensar dos trabalhadores que participaram da greve em defesa de seu plano de saúde. Acontece que as horas a compensar, impostas pelo TST, só poderiam ser descontadas financeiramente daqueles que foram convocados e se recusaram a pagar.

A ECT, no intuito de punir e intimidar os trabalhadores de luta da nossa categoria, está descontando as horas a compensar de trabalhadores que não foram convocados e também de trabalhadores em licença médica. Para a empresa aplicar esses descontos teria que apresentar uma planilha para a FENTECT, sindicatos e para o próprio trabalhador grevista. Ela descumpriu o acordo assinado entre ECT e FENTECT que diz que, antes de qualquer desconto seria apresentado um relatório para o trabalhador sobre seu historico da referida compensação.

12. Manter a FINDECT nas mesas de negociação

A direção da ECT insiste em manter a FINDECT nas comissões e mesas de negociações, mesmo sabendo que ela não tem registro sindical, pois o MTE o cassou por não ter limite mínimo de sindicatos filiados.

Isso acontece pelo fato da federação ilegal ajudar a ECT nos acordos rebaixados e a confundir os trabalhadores. A FENTECT ajuizou ação de cumprimento do ACT que determina que as negociações só ocorrerem com federações legalmente constituídas, bem como Ação de Improbidade Administrativa contra os principais gestores dos Correios por manterem a federação ilegal nas mesas de negociação, e manter diretores liberados ilegalmente.

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Companheiros, essa Reestruturação da ECT é muito grave. Muito mais nociva do que o recente ataque ao nosso Plano de Saúde. A ECT não trata do assunto com transparência. Não temos nenhuma garantia dos nossos direitos, nem mesmo dos nossos empregos.

Precisamos nos organizar para barrar essa privatização disfarçada dos Correios! Dentre outras atividades, a Campanha contra a Privatização dos Correios prevê a realização de assembleias de deflagração de greve nacional para o dia 17 de março de 2015. Temos que organizar uma grande mobilização que envolva também a sociedade, pela manutenção dos nossos empregos, contra a retirada de direitos e para que os Correios permaneçam públicos e de qualidade!

domingo, 22 de fevereiro de 2015

17 de MARÇO GREVE NACIONAL UNIFICADA!!!

17 DE MARÇO GREVE NACIONAL UNIFICADA!!!
Companheiros,
Chegou a hora de darmos uma resposta a este governo que quer deixar os trabalhadores dos Correios passando fome.
A nossa resposta será: GREVE!!!